terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dinâmica de Grupo















Dinâmica: A Construção

Por Sulamita Macedo












Objetivo: Refletir sobre a importância de atitudes sábias para a 
construção de nossa vida espiritual.


Material: figuras de pedra, tijolo, cimento, areia, ferro e telhas.

Procedimento:
- Leiam o texto abaixo:
“Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Contou a seu 
chefe o plano de largar o serviço de carpintaria e de construção 
de casas e viver uma vida mais calma com sua família. O dono 
da empresa sentiu muito ao saber que perderia um de seus 
melhores empregados e pediu-lhe que construísse uma última 
casa, como um favor especial. O carpinteiro concordou.        
Porém, com o tempo, era fácil perceber que seus pensamentos e 
seu coração não estavam mais no trabalho. Ele não se empenhou 
no serviço e utilizou mão-de-obra e matérias-primas de baixa 
qualidade. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira. 
Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor 
veio inspecionar acasa e, entregando-lhe as chaves, disse-lhe:
                - Esta casa é sua, é meu presente para você como prova de 
gratidão.
                Que choque! Que vergonha! Se o carpinteiro soubesse que 
estava construindo sua própria casa, teria feito completamente 
diferente, não teria sido tão relaxado. Agora já era tarde demais, teria 
que morar numa casa feita de qualquer maneira.
Às vezes construímos nossa vida distraidamente. Pense em você como 
um carpinteiro. Cada dia você
 martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede 
na casa da sua vida. Construa-a 
sabiamente. “
 
Coloquem no quadro ou parede as 
figuras, uma de cada 
vez e perguntem o que representa cada 
figura na construção
 da nossa vida espiritual?

Aqui não há uma determinação do que
 será cada representação 
da figura, mas sugiro que as “pedras”,
 formando o alicerce da 
casa, representem a Palavra de Deus – a rocha na qual estamos
 firmados. As outras figuras podem representar: a oração, 
a fé, a vigilância, obediência, jejum, a leitura bíblica etc.

- Leiam: Mateus 7. 24 a 27
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01- O QUE IMPEDE A SUA COMUNHÃO COM DEUS ?
( Autor:Pastor Xavier)
TEXTOJOÃO 7.38
Objetivo GeralConsagração, Serviço
Material necessárioUm bambu com alguns galhos, eo nós quebrados anteriormente, com exceção de um, que deverá ser quebrado na hora da mensagem. Uma jarra com água,alguns copos de plástico e um balde.

Ilustração

http://www.doural.com.br/images/product/6684_280.jpg http://3.bp.blogspot.com/_TcleXvmiR68/RmVrV4kI-7I/AAAAAAAAACE/UXgzRNvdhp8/s320/balde.gifhttp://fotos.sapo.pt/TTCCqTRB305f1hG6jbRg/s320x240 The image “http://www.kodifik.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/bambu.jpg” cannot be displayed, because it contains errors.

Mensagem: Vocês conhecem a história do bambu? Então vou lhes contar: Havia um bambu que queria ser usado para alguma coisa útil. Não queria ficar lá plantado balançando de um lado para o outro. Ele viu que do outro lado da estrada havia uma pequena fonte d'água e as pessoas passavam perto dela com muita sede, mas não conseguiam alcançá-la. O bambu então disse - "Puxa, eu poderia ajudar aquelas pessoas, trazendo a água para perto delas e assim elas teriam suas necessidades satisfeitas." Então, um lenhador chegou e o tirou de onde ele estava e o levou até aquela fonte. Aí a água começou a correr atrvés dele (pedir a ajuda de duas crianças ou um adulto e uma criança. Deixe o adulto levantar o bambu e a criança segurá-lo na outra ponta. Coloque um pouco da água da jarra, mas a água não passa).
o que está acontecendo? Qual é o problema? O problema estava na água? Não, o problema é que dentro do bambu havia uma parte dura, o nó do bambu,que não deixava a água passar, algo que ele tinha desde nascença. desde que ele havia nascido. Era alguma coisa que sempre estivera com ele. (Talvez o pregador queira falar do pecado original. O fato de que todos nós nascemos pecadores, com esta parte "dura" em nós). Aquele nó precisava ser quebrado. (neste momento o nó deve se quebrado,furado, usando-se um objeto duro como um cabo de vassoura ou uma chave de fenda por exemplo).
Ah, quando aquele nó foi quebrado doeu bastante. Mas aquilo precisou acontecer, caso contrário, a água não poderia correr através dele, e ele não poderia ajudar as pessoas.
Vamos tentar de novo. (Jogar a água e deixa-lá cair no balde na parte em que a criança está segurando). Viram, agora a água pode fluir livremente. o que nós podemos aprender com esta lição? Que Deus deseja nos usar, mas existem partes duras na gente que impedem que Deus atue atrvés de nós. Nós todos podemos ser instrumentos de Deus para ajudar as pessoas. Por isso precisamos estar ligados à fonte, ou seja a Deus. Mas, se há defeitos e problemas em nós, eles precisam ser quebrados. Quer exemplos do que pode fazer com que Deus não atue em nossas vidas ? O egoismo, coração endurecido, teimosia, nariz empinado, ou orgulho etc... todas estas coisas impedem que a água corra livremente. Isso impede que Deus atue através de nossas vidas. Você deseja que Jesus faça isto hoje na sua vida?



02- A Palavra de Deus que transforma
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa.

Colocar 1º a bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?

Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?

Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu. Refletir: o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?

Mergulhar a esponja e espremer a água. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.

Iluminação Bíblica: Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16

03- A troca de um segredo

Participantes:
 15 a 30 pessoas
Modalidade: Problemas Pessoais.
Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.

Possíveis questionamentos:
- Como você se sentiu ao descrever o problema?
- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
- Conseguiu pôr-se na sua situação?
- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?

04- Afeto
Participantes: 7 a 30 pessoas
Modalidade: Demonstração de Afeto.
Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

05- Varinhas que não quebram
Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)
Utilidade pastoral: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.
1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. (o que fará facilmente).
2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe (será um pouco mais difícil).
3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.
5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.

06- Dinâmica da bala

Participantes:
 7 a 15 pessoas
Modalidade:
 Avaliação dos Integrantes.
Objetivo: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.
Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo.
Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.
Descrição: O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. Cada integrante deve distribuí-los do seguinte modo:

- O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante.
- A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.

A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.

07- Semeando a amizadeParticipantes: 7 a 15 pessoas
Modalidade: Amizade.
Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.
Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.
Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.

08- Presente de amigo
Participantes: 10 a 30 pessoas
Modalidade: Avaliação dos Integrantes
Objetivo: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.
Material: Lápis e papel para os integrantes
Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo." Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:

- Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;
- Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;
- Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;
- Ser na primeira pessoa;
- Ser sinceras;
- Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.

As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes

09- A viagemObjetivo: Definir as prioridades pessoais.
Material: Papel e caneta para cada integrante.
Descrição: O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. E começa a dizer: Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa longa jornada.

Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa temos nossa primeira dificuldade, nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que abandonar um. Qual deles seria?

Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três. Qual sonho foi abandonado?

Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a corre atrás de nós para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?

Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos? Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?
Para o plenário:

O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos.

O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação e finalmente a alfândega que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira.

Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho?
O que me motiva durante as dificuldades?
Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem?
qual a retribuição que Deus deu para mim?

10- A macaObjetivo: Avaliar nossos laços de amizade
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-. Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha. e na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.

Plenário:

Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de o que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos alguma coisas como?
- Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
- O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
- Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
- Deixar-se servir pelos irmãos
- Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.

11- Juventude e comunicação
Objetivo: 
Criar comunicação fraterna e madura.
Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.

Colocar em plenário:
- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?

Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37



Fonte: http://cantinholudico.forumeiros.com



12- DINÂMICA: Egoísmo x Espiritualidade

OBJETIVO: Favorecer a reflexão sobre aspectos da 
dimensão espiritual 
do ser humano; aprofundar o auto conhecimento;

MATERIAL: Folha de Papel com textos para reflexão. 
Tiras de papel em 
cores diferentes para atitudes espirituaise atitudes 
egoístas.

Exemplo: nas tiras verdes estarão escritas atitudes 
espirituais e nas cinzas,
 atitudes egoístas. As tiras estarão dobradas e 
numeradas na parte de 
fora (sendo que, por exemplo, para a tira cinza de número 1 onde está 
escrita uma atitude egoísta, deverá haver uma tira verde, também 
de número 1 que corresponde a atitude espirituala ser adotada)

DESENVOLVIMENTO:
1- As tiras de papel (verdes e cinzas) deverão estar dobradas e misturadas, colocadas sobre 
uma mesa no centro da sala.



2- Leitura e breve comentário dos textos.
3- O professor orientará os participantes a pegarem uma tira de papel (verde ou cinza).
4- Cada participante deverá agrupar-se ao número correspondente ao seu, formando um par.
5- O professor explicará então que as tiras cinzas se referem as atitudes egoístas e as verdes 
as atitudes espirituais
 que é nossa meta alcançar.
6- Cada dupla será solicitada a ler em voz alta, primeiro a atitude egoísta e depois a atitude 
espiritual que deve ser a nossa 
meta. Ressaltar que o nosso esforço em substituir uma atitude egoísta por uma atitude 
espiritual faz parte do 
nosso processo de desenvolvimento espiritual
7- Comentários gerais dos participantes sobre suas reflexões a partir do exercício.


TEXTOS PARA REFLEXÃO:
“O homem é na realidade um ser espiritual, e somente quando vive no espírito é 
verdadeiramente feliz.”
A espiritualidade, não o egoísmo, deve ser o nosso objetivo.


EGOISMO E SERVIÇO CRISTÃO
O propósito de Deus é transformar nossas vidas, não somente nossos pensamentos 
mas também nossas ações. Por 
meio da fé verdadeira, o homem recebe a graça redentora do Pai, que o ajuda a 
desenvolver boas atitudes em d
etrimento de atitudes eocêntricas.
Exemplos de atitudes egoístas e atitudes espirituais correspondentes
 para serem escritas nas tiras de papel:
Egoísta ( 1 ) Eu tenho razão

Espiritual ( 1) Eu procuro consultar com os demais e conhecer o ponto de vista
dos outros.
Egoísta ( 2 ) Eu critico as pessoas

Espiritual ( 2 ) Procuro sugerir e auxiliar.

Egoísta ( 3 ) Eu julgo as pessoas.
Espiritual ( 3 ) Me concentro em julgar e observar minhas próprias ações.
Egoísta ( 4 ) Eu me aborreço com as pessoas.

Espiritual ( 4 ) Eu procuro compreender as pessoas

Egoísta ( 5 ) Procuro mostrar minhas boas ações e busco reconhecimento.

Espiritual ( 5 ) Realizo boas ações sem ostentação e não espero reconhecimento.

Egoísta ( 6 ) Procuro ocultar meus erros e justificá-las

Espiritual ( 6 ) Eu admito meus erros e assumo a responsabilidade do que faço.

Egoísta ( 7 ) As dificuldades me inquietam e me deixam angustiado (a)

Espiritual ( 7 ) Considero as dificuldades como desafios para o crescimento.

Egoísta (8) Sei sempre o que os outros deveriam fazer.

Espiritual (8) Penso no que eu posso e devo fazer.

Egoísta (9) Faço uso de palavras ásperas e realço os defeitos dos outros.
Espiritual (9) Procuro usar palavras amáveis e uma língua bondosa e me calo
sobre as faltas dos outros.

Egoísta (10) O que me traz alegria são as conquistas e realizações materiais.
Espiritual (10) O que me traz verdadeira alegria é o meu progresso espiritual e
a oportunidade de servir.

Egoísta (11) Procuro me vingar e guardo ressentimentos.
Espiritual (11) Procuro substituir pensamentos de ódio, por pensamentos altruístas
de amor e paz.

Egoísta (12) Sou escravo de minhas emoções, sentimentos e do meu estado de ânimo.
Espiritual (12) Sei que posso exercer o auto controle e dominar minhas emoções,
sentimentos e estado de ânimo.

Esgoísta (13) Minha norma de conduta é buscar satisfazer minhas necessidades e 
garantir meu bem estar, acima de tudo.
Espiritual (13) Minha norma de conduta é procurar servir a Deus e aos meus
semelhantes.

Egoísta (14) Não tenho muita confiança em mim mesmo.
Espiritual (14) Eu me considero uma criação única de Deus, feita a Sua imagem e
semelhança.

Egoísta (15) Eu duvido.
Espiritual (15) Eu creio

Egoísta (16) Eu tenho preconceitos.
Espiritual (16) Eu busco a verdade

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