quinta-feira, 6 de agosto de 2020

ALTRUÍSMO

Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente. 1 Co 12.31


O caminho mais excelente a que Paulo se refere, é, o exercício dos dons espirituais com amor, ainda que existissem em nós a manifestação de todos os dons espirituais e não tivéssemos amor “de nada aproveitaria” (ver: 1 Co 13.1-3), pois quem ama “Não busca os seus próprios interesses” (v. 5b). “Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”. 1 João 3:16-18.

A verdadeira natureza do amor é dar-se, pois, é, o altruísmo em ação. “Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos...” Romanos 15. 1-7. O desapego às coisas materiais facilita a vida religiosa e a prática do amor ao próximo, Jesus nos ensinou a priorizar a busca do reino de Deus e a sua justiça, e as demais coisas serão acrescentadas (Mt 6.33). Esse é o ponto de partida para uma vida saudável e completa, tanto no sentido espiritual quanto no cotidiano, se desprender de alguns apegos é uma negação, significa não procurar agradar somente a si, mas se dedicar a causa do próximo, “Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação”. (Rm 15.2).

Quando falamos em termos Bíblicos a lei do amor deve ser uma das virtudes de todo ser humano, principalmente do cristão, “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. (Gl 5.22), pois para ele a maior prova da sua fé em Deus é o amor ao próximo (I Jo 4.7,8).

O que é Altruísmo? Altruísmo é abnegação, desapego, desambição, desinteresse, desprendimento, devotamento e renúncia. Altruísmo é apiedar-se da causa alheia, é uma ação desinteressada e sem qualquer razão pessoal, buscando o interesse alheio. Como a própria palavra exprime, é o seu desapego em prol da causa ou interesse do próximo.


I.             ALTRUÍSMO NÃO FINGIDO. O egoísmo é o sentimento antagônico ao altruísmo.


a.    Os maus obreiros buscam os seus próprios interesses: “Porque a ninguém tenho de igual sentimento, que sinceramente cuide do vosso estado; porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus”. Filipenses 2:20,21

b.    O altruísta ama, ainda que não seja amado: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica, Crescente para Galácia, Tito para Dalmácia... Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado” (2 Timóteo 4:10,16). “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado”. 2 Coríntios 12:15

c.     Os falsos obreiros são dissimulados, fingem para obterem gloria e reconhecimento humano. “Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo”. Gálatas 1:10; “O hipócrita com a boca destrói o seu próximo...” (Pv.. 11.9a). Outros se isolam com pretexto de falsa humildade, a cerca destes disse o proverbista, “Busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola” (Pv 18.1)

d.    Muitos querem barganhar com Deus, dizendo deixamos tudo para te seguir o que ganharemos? (Mc 10.28-31). Quando os discípulos andavam com Jesus tinham a cobertura espiritual, e o suprimento das suas necessidades materiais durante o seu ministério, mesmo assim eles estavam excessivamente apegados às coisas materiais (Mt 6.25-34). Jesus mostra para eles que para segui-lo seria necessário se desprender de tudo (Lc 14.26,27,33; Mc 8.34,35).


II.           O VERDADEIRO ALTRUÍSMO

O verdadeiro altruísmo inclui o amar a Deus em primeiro lugar “E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar ao Senhor vosso Deus, e de o servir de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (Dt 11.13). Os altruístas se desprendem e não servem a Deus por conveniência, mas por liberalidade, isso é cultivado pelo Espírito Santo (Gl 5.22), através da nossa transformação por meio do evangelho. Esse amor deve ir aumentando na proporção em que o nosso grau de espiritualidade aumenta.

Os altruístas devem manter essa atitude por toda vida, suportar os mais fracos, não agradar a si mesmo, mas ao próximo no que é bom para sua edificação (Rm 15.2; I Co 9.19,22; 10.24; Fp 2.4,5; Rm 14.9). Jesus Cristo não agradou a si mesmo, mas tomou sobre si as injurias dos que lhes injuriavam, eis um grande exemplo de abnegação (Rm 15.3; Mt 26.39; Jo 5.30; 6.38; Sl 69.9). Devemos seguir o modelo dos cristãos que se desprenderam do seu eu e desceram os degraus da humildade para servir a Deus e ao próximo.

 

v  Atitudes Altruístas –

 

a.    “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?...” 1 Jo 3:17.

b.    “E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?” Tiago 2:15,16

c.     “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? Ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes”. Mateus 25.34-40

d.    “Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão” Lucas 10:33

e.    “Quem dá aos pobres empresta a Deus, o qual virá a pagar com juros largamente vantajosos”. Provérbios 19:17

 

III.           O ALTRUÍSTA SERÁ RECOMPENSADO – Pois a bondade praticada não pode deixar de ser recompensada.

a.    Mesmo que o altruísta não busque os seus próprios interesses, Deus o recompensará – “Lembrem-se disto: o que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância, abundância também ceifará, cada um contribua segundo propôs no seu coração. Não como uma obrigação, porque Deus ama quem dá com alegria. Deus pode bem abençoar-vos de tal maneira que tendo sempre, em tudo, aquilo que vos é preciso, possam ainda ajudar generosamente os outros”. 2 Coríntios 9:6-8

b.    “E se alguém der nem que seja um copo de água a um dos mais pequenos dos meus discípulos, digo-vos que, na verdade, não ficará de modo algum sem recompensa”. Mateus 10:42


CONCLUSÃO

Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. Romanos 15:13

 

 


domingo, 3 de maio de 2020

10 MOTIVOS PORQUE SOU DIZIMISTA FIEL



1 – Porque reconheço que tudo o que tenho veio de Deus:
“... a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles” (Daniel 4:17b).

2 - Porque sei que a Terra é do Senhor:
“Do SENHOR é a Terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam (Salmo 24:1). Minha é a prata e meu é o ouro” (Ageu 2:8).

3 - Porque sei que o Dízimo é do Senhor:
“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do Senhor” (Levítico 27:31 a).

4 - Porque reconheço que o Dízimo é de uso exclusivo de Deus:
“... o Dízimo será Santo ao Senhor” (Levítico 27:32b).

5 - Porque sei que o Dízimo é o sustento da Casa de Deus:
“Trazei todos os Dízimos à Casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha Casa...” (Malaquias 3:10a).

6 - Porque Deus prometeu abençoar ricamente os Dizimistas:
“... e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3:10b).

7 - Porque só Deus pode repreender o devorador:
“E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra, e a vide no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”(Ml 3:11).

8 - Porque não quero estar entre os que roubam a Deus:
“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas” (Ml 3:8).

9 - Porque Deus me chamou para a benção e não para a maldição:
“Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a Mim, vós, toda a nação” (Ml 3:9).

10 - Porque o Senhor Jesus nos mandou ir além do Dízimo:
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei: o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas” (Mateus 23:23).

OS MEUS DÍZIMOS DEMONSTRAM:

1° A minha gratidão, porque eu jamais poderia comprar a minha salvação (Efésios 2:8-9);

2° Que o Reino de Deus e a Sua justiça estão em primeiro lugar na minha vida (Mateus 6:33);

3° Que, para mim, semear valores espirituais é mais importantes que os valores materiais (Gálatas 6:8);

4° Que eu confio em Deus para suprir todas as minhas necessidades e não nas minhas próprias forças (Filipenses 4:19);

5° Que, para mim, os tesouros no Céu valem mais que os tesouros da Terra (Mateus 6:19-21).

Pr. Jonas Freitas de Jesus
Pastor da Igreja

Agradecimento aos Dizimistas



“Se quiserdes, e obedecerdes,
Comereis o melhor desta terra.” Is 1.19


A Mordomia Cristã exercida com fidelidade é uma benção para aqueles que a praticam (Is 1.19), no entanto, o Dízimo é um mandamento bíblico (Ml 3.10). Como tal, ele é também uma oportunidade que todo cristão tem de ofertar um percentual (10%) de seus rendimentos, como agradecimento a Deus, e o dever de colaborar com sua Igreja. Dízimo é um sinal de compromisso de fidelidade com Deus, com a Igreja e com a sua obra. Jesus, na sua bondade infinita, instituiu a sua Igreja, para ela evangelizar e discipular aquele que hão de herdar a vida eterna (Mt 28.19,20). E para que ela possa desempenhar a sua missão na terra, necessita de recursos financeiros e esses recursos devem provir daqueles que são alcançados por sua palavra, os seus servos que compõe a Igreja Militante de Cristo aqui na terra. Com a sua contribuição, você contribui para a manutenção e o crescimento do Reino de Deus entre os homens. Agradecemos a você, dizimista e ofertante fiel, pela sua generosa colaboração. Graças a ela, está sendo possível manter os compromissos da nossa Igreja local e a Missão transcultural.
Mantenha a sua fidelidade para com Deus, pois a mesma é muito importante para o Seu Reino!
Seja perseverante em sua generosidade.
Contamos com você. Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Paulista – PB.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

O PREPARO DE UMA MENSAGEM BÍBLICA



Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; Lucas 1.1-3

Introdução

         O preparo de uma mensagem bíblica, requer tempo, esforço e dedicação, o apóstolo Paulo escreveu aos Romanos dizendo: “...se é ensinar, haja dedicação ao ensino”, em outra versão: “Esmere-se no faze-lo” (Ro 12.7).
Todo bom expositor da Bíblia Sagrada, precisa entender, que para pregar o Evangelho de maneira eficaz, se faz necessário nutrir uma intima comunhão com a Bíblia e com o Seu autor, sabendo que, ao estudar as Sagradas Escrituras, ele pode contar com a gloriosa promessa: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. ” (Jo 14.26).
Além dos requisitos espirituais, requer-se do pregador, dois tipos de preparo, “O geral e o específico”, o preparo geral, diz respeito ao conhecimento do orador sobre o público que ele quer alcançar, enquanto que, o preparo específico trata diretamente do assunto, e do objetivo a ser alcançado com a exposição da mensagem.
Antes de começar a pesquisa propriamente dita, o pregador deve escolher o estilo de mensagem e o método que ele pretende usar.


Ø  TRÊS PASSOS PARA O PREPARO DE UMA MENSAGEM BÍBLICA

1.   AGRUPAR TODO O MATERIAL - Faça uma pesquisa minuciosa sobre o assunto, em todo o material que está à sua disposição: Livros, Dicionários, Enciclopédias, Concordâncias e Comentários. Sempre é bom coletar mais material do que você pretende usar.

2.   FORMULAR E ANOTAR O OBJETIVO ESPECÍFICO – Crie o hábito de fazer anotações das suas pesquisas, pois a nossa memória é traiçoeira. O pregador, assim como o poeta ou compositor, deve sempre ter em mãos uma caderneta de anotações, porque a inspiração pode vir a qualquer momento.

3.   REUNA O MATERIAL DE PESQUISA – Faça uma revisão geral no seu material de pesquisa, e especificamente nas suas anotações, pois, à medida que você consulta estas fontes, surgem novas ideias na sua mente.

CONCLUSÃO

         Após seguir estes passos, agora é só montar o seu esboço, e orar, para que o Espirito Santo de Deus, ti faça alcançar os objetivos pré-estabelecidos, e trazer a devida edificação para aqueles que ti ouvem. 

quarta-feira, 22 de abril de 2020

O JEJUM BÍBLICO


            O jejum é uma prática Cristã, tendo em vista a busca, por uma maior comunhão com Deus, através da abstinência da ingestão de alimentos, sólidos ou líquidos, por um período pré-estabelecido, de acordo com a necessidade, experiência ou resistência, em decorrência do exercício, ou pratica do jejum pelo cristão. Há de se ressaltar a observância do jejum total, como foi o caso de Moisés (Ex 34.28 – Jejum de pão e água), ou Jejum parcial, como o jejum oferecido por Jesus no deserto: “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome” Mateus 4.2, percebam que o relato bíblico diz que Ele teve fome, visto que, bíblica e fisiologicamente, o jejum que inclui a abstinência de água não deve ir além de três dias, pois a partir daí o corpo começa a desidratar. Vejamos alguns exemplos de jejuns praticados por homens de Deus nos registros sagrados.

1.     MOISÉS – O LIBERTADOR E LEGISLADOR DO POVO HEBREU.

“E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos” Êxodo 34:28.
O Jejum absoluto (ou total), oferecido por Moisés, demonstra uma ação sobrenatural da parte de Deus, para sustentar o patriarca durante quarenta dias e quarenta noites, sem a ingestão de qualquer tipo de alimento.

2.     ELIAS – O PROFETA DE DEUS

“Levantou-se, pois, e comeu e bebeu; e com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” 1 Reis 19:8
Alguns comentaristas bíblicos são de acordo que, os jejuns praticados, por Moisés, Elias e pelo Senhor Jesus, se deu de maneira sobrenatural, visto que, Moisés estava na presença de Deus, Elias foi alimentado duas vezes de maneira sobrenatural, e Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto. O que podemos afirmar é que estes jejuns prolongados não podem ser vistos como algo comum, pois poucos homens de Deus, como vimos, tiveram condições físicas e espirituais para realiza-los.

3.     O JEJUM DE DANIEL, HANANIAS, MISAEL E AZARIAS

“E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar”. Daniel 1:8
Aqui podemos identificar a prática do jejum parcial – uma restrição alimentar, e não uma abstenção total de alimentos. O jejum parcial, deve ser uma pratica ideal, para alguns irmãos que precisão fazer uso de algum medicamento, e os mesmos não podem ser feito sem a ingestão de alimentos, podendo este, ingerir algum alimento e abster-se outros.

COCLUSÃO

            O jejum bíblico refere-se à abstenção de alimentos com fins espirituais, as vezes acompanhado de oração, ou apenas o jejum, como sinal de oração, humilhação, culto e devoção ao Senhor. O Evangelista Mateus no capítulo seis, registra as orientações de Jesus, acerca de qual deve ser a postura do crente ao jejuar: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. Mateus 6:16-18



Pr. Jonas Freitas de Jesus

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